quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Falta d'água e de gestão, choque para quem vive em São Paulo



Paulo Fiorilo*


São Paulo vive uma crise sem precedentes no sistema de abastecimento de água. O racionamento, que já é realidade para muitos paulistanos, é sistematicamente negado pelo Governo do Estado e pela Sabesp. Por esses motivos, é muito oportuna a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Câmara Municipal de São Paulo com o objetivo de apurar o cumprimento do contrato que a Prefeitura possui com o órgão estadual para fornecimento de água.

É obrigação dos vereadores atuar em favor da população, ao propor não só leis e iniciativas que visam o planejamento da cidade, como também buscando jogar luz sobre as deficiências dos serviços públicos.

A gestão dos mananciais pela Sabesp e o Governo do Estado parece estar na raiz do problema: vide a “secura” no sistema Cantareira e o questionado uso de seu volume morto, a frequente proliferação de algas no reservatório Rio Grande e o caso do braço do rio Taiaçupeba, em que o governo preferiu investir em uma estrada, para atender a 200 pessoas, em ação proposta por deputado aliado, do DEM, em Suzano, a fazer a ampliação do uso desse braço para atenuar a crise da água.

As discussões envolvendo o Governo de São Paulo, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e o Rio de Janeiro são também componentes desta crise, já que o governo Alckmin represa mais água do que deveria, sem contudo admitir que vive situação emergencial, e ainda colocando em risco o sistema elétrico do País.

Atento à crise da água, protocolei junto à Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) um pedido de informações sobre as interrupções do serviço do fornecimento de água informadas pela Sabesp junto ao órgão, uma obrigação legal. O resultado dessa consulta foi quase surreal: apenas nove cortes foram informados ao órgão nos últimos seis meses. Ora, quem vive em São Paulo sabe que essa informação está longe de ser verdadeira.

A água é cortada com frequência, sobretudo em bairros da periferia de São Paulo. Se há dissimulação quanto a isso, iniciativas na internet e o saudável processo colaborativo de compartilhar informações apontam os problemas, como é o caso do site www.faltouagua.com, alimentado pelos moradores da cidade para indicar onde a Sabesp corta o fornecimento.

A Sabesp orgulha-se de afirmar que tem ações no mercado de capitais e figura na lista de empresas na Bolsa de Nova York há mais de dez anos, além de distribuir importantes dividendos a acionistas da empresa. Esse tipo de gestão para um serviço público essencial, como é o caso da água e esgoto, está longe do ideal, isso fica claro.

E a tendência de privatizar serviços públicos, uma política comum nas ações do Governo de São Paulo, não tem bons resultados quando se observa a Sabesp. Por exemplo, o sistema produtor São Lourenço, destinado ao fornecimento de água para a Grande São Paulo e que poderia atenuar a crise, só sai do papel agora, com atraso, após dois anos de negociação com o setor privado. O motivo? Que este encontrasse condições mais favoráveis à aplicação do seu capital.

Também é importante que se observem denúncias que precisam de apuração, como a suposta formação de cartel entre empresas que forneceram para a Sabesp no programa de redução de perdas da companhia, entre os anos de 2008 e 2012. Denúncia anônima de um ex-funcionário apontou para a existência de conluio entre esses fornecedores.

O PT, que está ao lado da população de São Paulo, vai atuar de maneira ativa na CPI da Sabesp na Câmara Municipal. Vamos apurar a real situação da crise da água na nossa cidade e propor soluções para o problema, que afeta de verdade a vida dos paulistanos.

* Paulo Fiorilo, 50 anos, é vereador e presidente do Diretório Municipal do PT.


--
-- 
Nicolas Tamasauskas
11. 99310-1201

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

SVMA realiza eleições para eleger Conselhos Gestores de 53 parques municipais




As inscrições de candidatos vão até o dia 16/09 e devem ser feitas na administração do parque, de domingo a quinta-feira, das 9h às 16h;
A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) realizará, do dia 24 de agosto até 28 de setembro a eleição para formação do novo conselho gestor de 53 parques municipais, dentre eles, o Anhanguera, Piqueri, Cidade Toronto e Rodrigo de Gasperi. O mandato terá duração de dois anos, contados a partir da posse oficial dos conselheiros.
As inscrições dos candidatos vão de 16 de julho até 16 de setembro, de acordo com as datas das eleições, e devem ser feitas de domingo a quinta-feira, das 9h às 16h, na administração do parque que o cidadão tem interesse em atuar.
Além da documentação necessária, o candidato também deverá apresentar uma carta de intenção, explicando a razão pela qual deseja fazer parte do conselho e, residir ou trabalhar na área de abrangência do equipamento escolhido.
De acordo com a Lei Municipal nº 15.910, os conselhos gestores são constituídos por, no mínimo, oito membros titulares e respectivos suplentes, distribuídos em três categorias de representação, sendo elas: quatro membros da sociedade civil, um representante dos trabalhadores do respectivo parque e três funcionários do Poder Executivo.
Os Conselhos Gestores dos Parques Municipais foram criados para garantir a participação popular no planejamento, gerenciamento e fiscalização das atividades que ocorrem nos parques. O objetivo é fomentar a participação da comunidade na discussão das políticas públicas, com enfoque nas questões socioambientais e assim contribuir para a elaboração de planos de desenvolvimento sustentável em âmbito municipal.
Serviço:
Inscrições: Até o dia 16/09/2014, de domingo a quinta-feira, das 9h às 16h;
Documentação necessária: RG, CPF, 01 (uma) foto 3x4, comprovante de residência e carta de intenção;
Dias e locais:
Eleições no dia 17/08/2014 | Inscrições: 16/07/2014 até 31/07/2014
Parque Linear Tiquatira

Eleições no dia 24/08/2014 | Inscrições: 16/07/2014 até 14/08/2014
Linear Sapé 
Luiz Carlos Prestes
Raposo Tavares
Zilda Natel
COHAB Raposo Tavares – Juliana de Carvalho Torres

Eleições no dia 30/08/2014 | Inscrições: 16/07/2014 até 21/08/2014
Cidade de Toronto
Jardim Felicidade
Rodrigo de Gasperi
São Domingos
Sena

Eleições no dia 31/08/2014 | Inscrições: 16/07/2014 até 21/08/2014
Linear Canivete
Senhor do Vale
Anhanguera
Lions Clube Tucuruvi

Eleições no dia 06/09/2014 | Inscrições: 03/08/2014 até 26/08/2014 
Prainha
Linear Cantinho do Céu
Linear Ribeirão Caulim
Linear Ribeirão Cocaia
Sete Campos

Eleições no dia 07/09/2014 | Inscrições: 03/08/2014 até 26/08/2014
Guarapiranga
Jardim Herculano
Severo Gomes
Lina e Paulo Raia

Eleições no dia 13/09/2014 | Inscrições: 03/08/2014 até 01/09/2014
Casa Modernista
Santo Dias
Linear São José
Praia São Paulo
Linear Parelheiros

Eleições no dia 14/09/2014 | Inscrições: 09/2014 até 09/2014
Lajeado – Izaura Pereira de Souza Franzolin
Ciência
Vila do Rodeio
Linear Consciência Negra

Eleições no dia 20/09/2014 | Inscrições: 09/08/2014 até 09/09/2014
Linear Aricanduva
Linear Ipiranguinha
Linear Rapadura
Piqueri
Linear Rio Verde
Raul Seixas

Eleições no dia 21/09/2014 | Inscrições: 09/08/2014 até 09/09/2014
Aterro Sapopemba
Jardim Sapopemba
Guabirobeira
Jardim da Conquista
Linear da Integração Zilda Arns

Eleições no dia 27/09/2014 | Inscrições: 15/08/2014 até 16/09/2014
Ecológico Chico Mendes
Linear Itaim
Santa Amélia
Linear Mongaguá
Vila Silvia

Eleições no dia 28/09/2014 | Inscrições: 15/08/2014 até 16/09/2014
Águas
Linear Água Vermelha
Central Ecológico do Itaim Paulista
Chácara das Flores

Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente
Assessoria de Comunicação e Imprensa
Tel. 11 3142-9777/ 3286- 0663

sexta-feira, 4 de abril de 2014

A Arte que roda.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Para onde vai o mundo.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Modelo de urbanização é um dos responsáveis pelos desastres climáticos no país

Nesta entrevista, Jorge Luiz Barbosa, diretor do Observatório de Favelas, no Rio de Janeiro, analisa os problemas recorrentes causados por temporais em nosso país. Ele afirma que as cidades brasileiras não têm tido um planejamento urbano “digno deste nome” e, em função disso, é freqüente a ocupação de encostas e margens de rios, aterramento de manguezais, canalização de microbacias hidrográficas, cobertura das ruas com asfalto. Diante desse cenário, ele diz ser necessária uma ação de prevenção a acidentes e riscos, e a recuperação de ambientes frágeis. Defende também a ampliação de investimentos em órgãos como a Defesa Civil e a adoção de uma política urbana que reconheça a vida da natureza como condição de existência digna para todos os cidadãos. Rede Mobilizadores - Há quase cem anos, Lima Barreto escrevia sobre os problemas causados pelas chuvas no Rio de Janeiro. Por que ainda hoje continuamos convivendo com problemas semelhantes? R.: Os problemas identificados por Lima Barreto se agravaram, sobretudo pela ocupação densa da cidade em um modelo de urbanização insensível em relação à dinâmica da história natural da natureza. Ocupamos encostas e margens de rios, aterramos manguezais, canalizamos grande parte de microbacias hidrográficas, cobrimos as ruas de asfalto, enfim, a fisionomia urbana imposta à natureza foi destrutiva. Rede Mobilizadores - Na sua avaliação, quais são as principais medidas a serem adotadas para atenuar os efeitos desses eventos climáticos, como desmoronamentos, mortes e pessoas desabrigadas? R.: As medidas exigem um reodernamento urbano que tenha como princípio a recuperação dos espaços construídos, onde a apropriação da natureza provoca situações de vulnerabilidade. Duas ações deverão ser conjuntas: a ação de prevenção a acidentes e riscos, e a ação de recuperação de ambientes frágeis. No caso particular do Rio de Janeiro, a questão mais urgente é a de recepção e escoamento das águas pluviais (fortemente concentradas em períodos do ano) e fluviais (geralmente em “rios subterrâneos”). Rede Mobilizadores - Outro problema recorrente diz respeito às pessoas desabrigadas. Quais os principais problemas enfrentados por elas e quais as possíveis soluções? R.: O desabrigo está relacionado às condições de moradia de muitas famílias. Muitas delas localizadas em encostas e rios já degradados pelos usos urbanos pretéritos. O limite da fragilidade socioambiental desses lugares é atingido, sobretudo, por prolongados dias de chuva. O problema não é, sublinhamos, da natureza, muito menos das famílias pobres da cidade. Mas sim do déficit qualitativo e quantitativo de habitações populares, deixando famílias em situações recorrentes de vulnerabilidade socioambiental. É preciso, portanto, políticas públicas de habitação que efetivem o direito à moradia de qualidade, especialmente para as famílias mais marcadas pela desigualdade social em favelas e periferias. Rede Mobilizadores - Quais as principais falhas no planejamento urbano das cidades brasileiras no que se refere à prevenção dos efeitos de eventos climáticos extremos? Quais medidas devem ser adotadas com urgência? R.: A primeira e maior falha é que de fato não temos planejamento urbano digno deste nome. Vivemos intervenções fragmentadas sob o domínio do capital imobiliário e financeiro, muitas vezes associado ao Estado. Nossas cidades se tornaram mercadorias vendidas ao metro quadrado. O imediatismo do lucro é quem dita o ritmo da produção, do investimento e da distribuição de bens, serviços e equipamentos urbanos e, evidentemente, a quantidade e qualidade dos mesmos. Os efeitos climáticos, geomorfológicos e hídricos só estão em pauta quando geram deseconomias no mercado imobiliário, ou pior: diante de tragédias sociais anunciadas. Rede Mobilizadores - A percepção de risco varia muito em função das crenças, tradições e informações a que as pessoas têm acesso. Diante disso, como orientar as pessoas de forma a que percebam o risco que podem estar correndo? Que instrumentos devem ser utilizados? R.: Acredito que as pessoas percebem e conhecem os riscos. O problema é a impotência de superá-los sem uma política pública de prevenção, mitigação e recuperação de situações de vulnerabilidade socioambiental. Rede Mobilizadores - Na sua avaliação, quais as principais acertos e os principais erros e/ou omissões do poder público no enfrentamento dos efeitos de temporais em todo o país? R.: Há um empenho permanente de determinados órgãos estatais como a Defesa Civil no sentido de construir um enfrentamento efetivo aos efeitos dos temporais. Houve, historicamente, um baixo investimento em órgãos especializados, a exemplo da própria Defesa Civil, daí ainda estarmos em uma situação de baixa capacidade de reposta aos eventos e aos desastres socioambientais, tanto em termos metodológicos como operacionais. Além da ampliação de investimentos em órgãos diretamente ligados ao tema, se faz necessária uma política urbana que reconheça a vida da natureza como condição de existência digna para todos os cidadãos. Entrevista do Eixo de Meio Ambiente, Clima e Vulnerabilidades Concedida à: Eliane Araujo Editada por: Sílvia Sousa Fonte: Autor: http://www.mobilizadores.org.br/coep/Publico/consultarConteudoGrupo.aspx?TP=V&CODIGO=C2014231023925&GRUPO_ID=15

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Ricardo Teixeira deve coordenar subprefeituras de SP


A coordenação é uma das mais importantes pastas da Prefeitura, responsável pelos serviços de zeladoria na capital



São Paulo - Atual secretário do Verde e do Meio Ambiente, o ex-tucano Ricardo Teixeira (PV) tem a preferência do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), para assumir a Coordenação das Subprefeituras, uma das mais importantes pastas da Prefeitura de São Paulo, responsável pelos serviços de zeladoria na capital.




Teixeira só não foi confirmado no cargo porque o PC do B defende o nome da vice-prefeita Nadia Campeão - até o ministro do Esporte, Aldo Rebello, tem pedido a indicação. Outro concorrente ao cargo é o vereador Reis (PT), que tem o nome defendido pela corrente petista Novo Rumo.

Mas Haddad prefere Teixeira. Além de não se tratar de uma cota de partido no governo (o PV faz oposição ao governo do PT e é contra a nova nomeação), ele foi bem avaliado em Verde e Meio Ambiente. Ainda pesa a favor de Teixeira a experiência na Prefeitura. Ex-agente da CET, foi secretário adjunto de Coordenação das Subprefeituras na gestão Gilberto Kassab (PSD).

O secretário da Igualdade Racial, Netinho de Paula (PC do B), deixa o cargo em março para se lançar candidato a deputado federal ou senador.

Outros que devem sair são o secretário de Relações Governamentais, João Antonio (PT), indicado para o Tribunal de Contas do Município (TCM), e Eliseu Gabriel (PSB), que comanda a Secretaria do Trabalho e será candidato a deputado federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Pré-sal brasileiro tem produção recorde de petróleo e gás em dezembro


Pré-sal brasileiro tem produção recorde de petróleo e gás em dezembro

Produção total atingiu 422,1 milhões de óleo equivalente por dia em dezembro, aumento de 2,5% em relação ao mês anterior, informa a ANP


A produção na área do pré-sal da Bacia de Santos, em São Paulo, bateu recorde de produção em dezembro de 2013, com a extração de 346,1 mil barris de petróleo na média diária e 12,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, segundo o Boletim de Produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgado nesta segunda-feira (3).

Veja mais informações no Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural

Com esse resultado, a produção total do pré-sal atingiu 422,1 milhões de óleo equivalente (petróleo e gás natural) por dia em dezembro, o que representa um aumento de 2,5% em relação ao mês anterior.

Os campos operados pela Petrobras responderam por 91,9% da produção de petróleo e gás natural do País. Do total da produção nacional, 91,9% da extração de petróleo e 72% da produção de gás natural foram de campos marítimos.

A Bacia de Santos tem 28 poços produtivos nos campos de Baleia Azul, Caratinga e Barracuda, Jubarte, Linguado, Lula, Marlim, Voador, Marlim Leste, Pampo, Pirambu, Sapinhoá e Trilha. O Campo de Marlim Sul manteve a maior produção de petróleo do País, com média diária de 280,2 mil barris e o Campo de Lula foi o maior produtor de gás natural, com 6,3 milhões de metros cúbicos diários.

A Plataforma P-56, da Petrobras, localizada no Campo de Marlim Sul, produziu, em nove poços a ela interligados, cerca de 145,2 mil barris de óleo equivalente por dia (petróleo e gás natural), sendo a maior unidade de produção.

Em dezembro, 313 concessões, operadas por 25 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 82 são concessões marítimas e 233 terrestres.

A produção de petróleo e gás natural no Brasil abrange 8.994 poços, sendo 765 marítimos e 8.229 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, Bacia de Potiguar, com 1.109 poços. Marlim foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 59 no total.

Fonte: Portal Brasil com informações da ANP

Futuro 
Se forem confirmadas as estimativas da quantidade de petróleo da camada pré-sal brasileira, o Brasil poderá se transformar, futuramente, num dos maiores produtores e exportadores de petróleo e derivados do mundo. Porém, os investimentos deverão ser altíssimos, pois, em função da profundidade das reservas, a tecnologia aplicada deverá ser de alto custo.

Acredita-se que, somente por volta de 2016,  estas reservas estejam sendo exploradas em larga escala. Enquanto isso, o governo brasileiro começa a discutir o modelo de exploração que será aplicado.
Você sabia?
- A descoberta de petróleo no pré-sal ocorreu no ano de 2006, no campo de Lula (bacia de Campos).
- Em setembro de 2008 foi produzido o primeiro óleo originário do pré-sal. Ele foi extraído no campo de Jubarte (bacia de Campos).