Estou no Parque do Conhecimento em Santo André e fiz esse registro para que vocês vissem com os próprios olhos (por que ver com os olhos dos outros não é a mesma coisa) a sustentabilidade do lugar.
Minha dica é ir com calma e logo que chegar e ver o "Mundo" e o "Relógio", ir pro canto direito onde tem o Parque Sensorial, melhor conhecê-lo com monitor (consulte a programação).
Para Minha surpresa a Orquestra de Santo André OSSA fez uma apresentação com músicas brasileiras e o tema do filme Guerra nas Estrelas que você vai poder assistir no vídeo que fiz abaixo.
Dilson Oliveira que me levou para conhecer o Parque, tem carreira na área,.
Brasil ganha o primeiro centro de pesquisas em Grafeno da América Latina
Atualmente, a tecnologia é mais do que necessária à rotina do ser humano. Smartphones, tablets, motores híbridos, TVs de ultradefinição, miniprojetores e casas inteligentes são traços da modernidade já presentes em todos os aspectos do dia a dia. E sempre em constante mudança.
Agora, imagine todas essas amplas possibilidades acrescidas de uma vantagem, como o uso de matéria-prima cuja resistência é 200 vezes superior à do aço, praticamente transparente, impermeável e flexível. Isso fará parte da rotina de todos no Planeta até a próxima década, graças ao grafeno. Este material – comparado ao silício – propiciará avanços científicos e tecnológicos sem precedentes.
Essa realidade tecnológica passa a fazer parte da vida dos brasileiros, com a inauguração do primeiro Centro de Pesquisa Avançadas em Grafeno da América Latina, o MackGraphe, construído pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) e a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM).
Mackenzie
Mesmo com a retração econômica no País, o Mackenzie já investiu R$ 100 milhões nesse promissor ramo de pesquisa, nos últimos dois anos. O empreendimento terá grande influência no campo da engenharia aplicada e da inovação tecnológica. O edifício conta com área superior a quatro mil metros quadrados, distribuídos em nove pavimentos (sete andares e dois subsolos). Além dos laboratórios com equipamentos de ponta, os 15 pesquisadores envolvidos nos projetos de pesquisas de grafeno e materiais bidimensionais têm à disposição uma sala limpa “Classe 1.000”, com 200 metros quadrados (área com controle de partículas), que mantém o ambiente extremamente higienizado, para não prejudicar os experimentos.
Com status de material mais resistente e fino do Planeta, além de um excelente condutor de eletricidade e calor, o grafeno é o futuro da tecnologia mundial, com potencial de movimentar um mercado de US$ 1 trilhão em vários setores: defesa, eletroeletrônicos, semicondutores, produtos como plástico ou látex, televisões e smartphones, com displays flexíveis e transparentes. Além disso, estudos recentes revelam que o material também pode ser utilizado na filtragem de água.
200 vezes mais forte que o aço. 1 milhão de vezes mais fino que um fio de cabelo. Mais duro que um diamante. Transparente, impermeável, flexível e muito leve. O primeiro material 2D de todo o mundo e também o material com a maior capacidade de condução elétrica da face da Terra, ultrapassando o cobre. Ufa! Achei que não ia acabar mais! E olha que o grafeno não é nenhuma Khaleesi, mas tem um currículo que é realmente impressionante. Tudo isso e muito mais faz com que o grafeno seja um material único e incrível.
E é justamente por todas essas qualidades que, mentes brilhantes de todo o mundo passaram décadas procurando um jeito fácil e barato de chegar ao grafeno, mais precisamente desde 1859. Foram incontáveis as vezes que esses caras usaram equipamentos complexos em experimentos e pesquisas em busca desse material. Mas acredite, se você já usou um lápis para desenhar ou simplesmente escrever o seu nome, já conseguiu fazer grafeno.
O que você também não sabia e que esse material pode revolucionar a nossa vida e tudo o que a gente conhece sobre tecnologia. Por isso que hoje vamos te responder: “o que é grafeno e para que ele serve?”
Você já ouviu falar em Grafeno? Sabia também que a Mackenzie (universidade protestante) já inaugurou o 1º laboratório da América Latina de nanotecnologia em SP?
E, o que tudo isso tem a ver com a política? Você entenderá ao ver o vídeo até o final.
Você já ouviu falar em Grafeno? Sabia também que a Mackenzie (universidade protestante) já inaugurou o 1º laboratório da América Latina de nanotecnologia em SP?
E, o que tudo isso tem a ver com a política? Você entenderá ao ver o vídeo até o final.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
TV UMAPAZ será inaugurada no mês de dezembro
Primeira transmissão será de palestra sobre Consumo Sustentável
A Universidade Aberta Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ),departamento de educação ambiental da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) vai inaugurar no dia 02/12, das 19h às 21h, aTV UMAPAZ, com a transmissão da palestra “Consumo Sustentável e Resíduos Sólidos”.
A palestra será disponibilizada ao vivo para os internautas, por meio do link: bit.ly/tvumapaz, e vai discutir a sustentabilidade na cidade, as mudanças climáticas, a pegada ecológica, as dimensões das atitudes sustentáveis no âmbito pessoal, urbano e global, e o consumismo.
Também serão destacados os fatores da reciclagem, como a separação e resíduos para apoiar as diferentes coletas seletivas. O evento será ministrado por Mônica Pilz Borba, pedagoga e especialista em educação ambiental.
Para acompanhar a palestra presencialmente, clique aqui e faça a sua inscrição.
Serviço: Palestra sobre Consumo Sustentável e Ação: Resíduos Sólidos Data e horário: 2 de dezembro (quarta-feira), das 19h às 21h. Endereço: Sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera – Avenida Quarto Centenário, 1268 – Portão 7ª
Nota: Entre as questões da rotulagem, além da dificuldade de compreensão, temos ainda outras dificuldades, como tamanho e cor das letras, embalagem com fundo laminado (reflexo) ou cor em degrade com as letra, falta de contraste.
Rede Mobilizadores debate rotulagem de alimentos Postado por Rede Mobilizadores - Quarta-feira, 22 de Abril de 2015
O pão integral é mesmo integral? Devo consumir um produto diet para não engordar? Como saber se um alimento tem muito sódio? Essas são algumas perguntas que os consumidores se fazem e para respondê-las é preciso saber ler os rótulos dos alimentos.
A compreensão dos rótulos é fundamental para que se façam escolhas alimentares saudáveis e adequadas às necessidades de cada pessoa. No entanto, uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) com 807 mulheres adultas – de todas as faixas de renda, com idades entre 20 e 65 anos -, revelou que boa parte destas consumidoras não compreende os rótulos: 30% afirmam compreender apenas parcialmente, e 10% delas não compreendem nada ou muito pouco.
Para debater o tema, a Rede Mobilizadores vai promover, de 4 a 8 de maio, a oficina online gratuita “Rotulagem de Alimentos”, com facilitação de Ana Paula Bortoletto, nutricionista do Idec, e de Francine Lima, jornalista e criadora do canal “Do campo à mesa”.
De acordo com normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além da lista de ingredientes, o rótulo deve indicar quantidade, prazo de validade, informação nutricional, método de conservação (no caso de congelados, por exemplo), entre outros dados. Porém, além da dificuldade de compreensão, especialistas apontam vários problemas em relação aos rótulos, como pouco destaque para as informações nutricionais, a não obrigatoriedade da indicação da presença de alergênicos, de resíduos de agrotóxicos ou da quantidade de açúcar presente nos alimentos; o fato de a informação nutricional se referir apenas à porção do alimento e não ao total da embalagem, entre diversos outros fatores.
Nutricionistas apontam que a interpretação do rótulo é essencial para promoção de uma alimentação saudável e adequada e para enfrentar o aumento das doenças crônicas relacionadas à alimentação no Brasil. Segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), em 2013, 50,8% dos brasileiros estavam acima do peso ideal e, destes, 17,5% são obesos.
Diante desse quadro, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) recomendou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que dê mais atenção às propostas regulatórias de rotulagem de alimentos, visando facilitar a compreensão e a legibilidade da informação para os consumidores, e também combater a divulgação de informações enganosas e abusivas. A Anvisa criou então um grupo de trabalho para subsidiá-la em assuntos técnicos e ou científicos relacionados à rotulagem nutricional.
Durante a oficina, além de explicar o que deve estar no rótulo segundo a legislação em vigor, serão apresentados os principais problemas apontados por especialistas e as possíveis soluções. Será incentivado também um debate entre os participantes sobre suas dificuldades em relação aos rótulos de alimentos. Ao final da atividade, será redigida uma carta com as principais reivindicações dos participantes a ser encaminhada ao grupo de trabalho da Anvisa.
Inscrições abertas – As inscrições para a oficina começam nesta quinta-feira (17) e podem ser feitas até 1º de maio. Para se inscrever, é preciso estar cadastrado no site da Rede Mobilizadores. O processo é simples, rápido e gratuito, no site www.mobilizadores.org.br/inscreva-se. Mais informações pelo telefone (21) 2528-3352.
A oficina é realizada com apoio do Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, Eletronuclear, Fiocruz, Furnas e Itaipu Binacional.
Já está circulando nas grandes redes a cartilha informativa sobre o Programa Nacional para Redução do Uso de Agrotóxicos (Pronara), elaborado como parte do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. A publicação é resultado do Seminário Nacional da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) que aconteceu em fevereiro, no Rio de Janeiro.
O objetivo da cartilha é dar visibilidade ao Programa e cobrar sua efetiva criação pelo governo. O material foi produzido pela ANA - Articulação Nacional de Agroecologia em parceria com várias redes da sociedade civil que atuam sobre o tema, entre elas o FBSSAN - Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (integrado pela Asbran). O trabalho contou com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A elaboração da Política (PNAPO - Decreto 7.794/2012) e do Plano de Agroecologia, que se deu com a participação ativa da sociedade civil organizada, levou em conta as evidências de relação direta entre o crescente uso de agrotóxicos na agricultura e dramas socioambientais marcados especialmente pela degradação da saúde e da qualidade de vida da população, com destaque para as famílias rurais. É vergonhoso o Brasil ser, desde 2008, o país no qual mais se consome agrotóxicos no mundo. Daí a necessidade de se criar políticas públicas que induzam uma crescente redução no uso de agrotóxicos e a promoção da agricultura de base agroecológica.
Foi com esse objetivo que se constituiu na Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO), comissão paritária composta por membros do governo e da sociedade civil, um Grupo de Trabalho especialmente dedicado a formular o Programa Nacional para Redução do Uso de Agrotóxicos. Foram muitos meses de trabalho de diversos especialistas, vinculados a instituições de pesquisa e ensino, órgãos do governo e organizações da sociedade civil. Finalmente, em agosto de 2014 a CNAPO aprovou o mérito do Programa, constituído por seis eixos: Registro; Controle, Monitoramento e Responsabilização da Cadeia Produtiva; Medidas Econômicas e Financeiras; Desenvolvimento de Alternativas; Informação, Participação e Controle Social e Formação e Capacitação.
Após a aprovação na CNAPO, o Pronara seguiu para avaliação pelos ministérios envolvidos com a temática, à ocasião com previsão de lançamento em três meses. Entretanto, a proposta não avançou como previsto – e corre o risco de ser engavetada caso a sociedade brasileira não cobre firmemente a sua publicação e implementação.
Com esta publicação, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e a Marcha Mundial das Mulheres (MMM) buscam ampliar o conhecimento e a conscientização pública sobre o tema, trazendo uma síntese de algumas das medidas contidas em cada eixo do Programa. Apresentadas de forma simples e ilustrada, as propostas citadas na cartilha indicam a importância que tem o Programa como um todo, contribuem para seu estudo e compreensão e também revelam o quão importante é a sociedade se mobilizar para cobrar a sua implementação: PRONARA JÁ!